24. Morro da Babilônia x Praia Vermelha

Trecho: Morro da Babilônia x Praia Vermelha

Parque onde o trecho está inserido: Parque Natural Municipal Paisagem Carioca

Resumo

Para fazer este trecho, não é obrigatório, mas recomendamos a contratação dos guias locais da CoopBabilônia, uma cooperativa comunitária que desenvolve diversas ações ambientais no local, incluindo reflorestamento e ecoturismo. Além de conhecerem bem a região, podem dar orientações em trechos não sinalizados e contar um pouco da história da região. Os principais atrativos são os mirantes do alto do Morro da Babilônia, de onde se pode avistar a enseada de Botafogo, a baía de Guanabara, a Praia de Copacabana, Urca e o Pão de Açúcar de um ângulo bem diferente daquele que aparece nos cartões-postais. O trecho passa por uma área militar no bairro do Leme e pelas comunidades do Chapéu Mangueira e Babilônia, onde existe uma Área de Proteção Ambiental. Parte do trecho está sendo reflorestado desde 2001, onde também são encontradas ruínas de estruturas militares (casamatas) históricas. CoopBabilônia: (21)2295-6649 / coopbabilonia.blogspot.com

Orientação

3,3 km (+1,9 km do Circuito Babilônia)

3 h

Escalaminhada: Sim

Sentido
Portão da Chacrinha ➤ Praia Vermelha

Sentido
Praia Vermelha ➤ Portão da Chacrinha

Informações técnicas

Dificuldade
Moderado

Risco
Alta

Sol
Média

Orientação
Difícil

Sinalização
Baixa

Hidratação
Sim

Atrações

Mirante

Fauna/Flora

Conservação
Baixa

Ruínas

Praia

Como Chegar

Recomendamos por motivos de segurança que este trecho seja realizado na modalidade de Circuito do Morro da Babilônia.

Para tanto recomendamos iniciar o mesmo na Rua General Ribeiro da Costa, no início da Ladeira do Barroso. Não é obrigatório, mas recomendamos a contratação de um guia local para garantir uma visita mais completa e segura.

Recomendamos contatar a https://coopbabilonia.com.br/contato/

Entrada da Trilha

Ladeira Ari Barroso

Entrada - Ladeira Ari Barroso
Saída da Trilha

Ladeira Ari Barroso

Saída - Ladeira Ari Barroso

Descrição do Percurso

Para fazer este trecho, não é obrigatório, mas recomendamos a contratação dos guias locais da CoopBabilônia, uma cooperativa comunitária que desenvolve diversas ações ambientais no local, incluindo reflorestamento e ecoturismo. Além de conhecerem bem a região, podem dar orientações em trechos não sinalizados e contar um pouco da história da região. Os principais atrativos são os mirantes do alto do Morro da Babilônia, de onde se pode avistar a enseada de Botafogo, a baía de Guanabara, a Praia de Copacabana, Urca e o Pão de Açúcar de um ângulo bem diferente daquele que aparece nos cartões-postais. O trecho passa por uma área militar no bairro do Leme e pelas comunidades do Chapéu Mangueira e Babilônia, onde existe uma Área de Proteção Ambiental. Parte do trecho está sendo reflorestado desde 2001, onde também são encontradas ruínas de estruturas militares (casamatas) históricas. CoopBabilônia: (21)2295-6649 / coopbabilonia.blogspot.com

Atrações

Mirantes, vista do bairro Botafogo, enseada de Botafogo, Baía de Guanabara, Praia de Copacabana, Aqueduto Colonial, Urca, Morro da Babilônia, Estação do Bondinho para o Morro Pão de Açúcar.

Mapa do Trecho

Comércio/Hospedagem

No momento não há nenhuma parceria entre a Trilha Transcarioca e o comércio local.

Pontos de Água

Recomenda-se pegar água em algum comércio antes de entrar na trilha, pois durante o trajeto não há riachos com água e durante o verão a temperatura fica muito quente neste trecho.

Fotos

Fatos Históricos

A Ladeira do Leme começa na Avenida Carlos Peixoto (Botafogo) e termina na praça Cardeal Arcoverde. A partir de um Decreto de nº 9.678, de 6 de abril de 1949, teve a denominação alterada para Ladeira Coelho Cintra, porém mais tarde em 1951, foi restabelecido o antigo nome. Recebeu esta denominação porque ali se instalou o antigo Reduto do Leme, construído entre 1776 e 1779, no tempo do Vice-Reinado do marquês de Lavradio, o Forte do Vigia cruzava fogos com o Forte de Copacabana, e terminava sua linha de defesa com um portão de pedra até hoje existente na Ladeira do Leme. O Alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, ali serviu em 1789, como integrante da Cia. de Dragões de Minas, que então guarnecia a fortificação. Reformado pelo Capitão Augusto Tasso Fragoso em 1895, passou a ter o nome de Forte do Leme, recebendo, a partir de 1918, oito obuseiros gigantes Krupp (280 mm), de origem alemã. Em 1935 recebeu o nome de Forte Duque de Caxias por decreto de Getúlio Vargas. O forte foi desativado em 1965. Segundo alguns o nome Leme vem da figura que representa a ponta da Vigia, semelhante ao leme de uma embarcação.

Morro da Babilônia: O topo do Morro da Babilônia era uma área militar, foi um ponto estratégico no controle da entrada de embarcações na Baía de Guanabara. Ainda existem algumas casamatas para observação construídas na época da 2ª Guerra Mundial, quando o Brasil foi ameaçado por ataques de submarinos nazistas. No topo do Morro há ruínas ainda mais antigas, provavelmente contemporâneas do Forte do Leme. A região do Morro da Babilônia, que se estende pelos bairros da Urca, Botafogo e Leme, é uma Área de Proteção Ambiental e está sendo reflorestada desde 2001. Grandes progressos já foram feitos e o local já exibe diversas espécies nativas da Mata Atlântica.

Grupo Adotante

Grupos de voluntários adotantes deste trecho que organizam mutirões e recebem voluntários:

Nome: Abílio Tozini (Coop Babilônia)
Email: abilio@centroin.com.br