16. Vista Chinesa x Dona Castorina + Circuito del Parque da Cidade

Tramo: Vista Chinesa x Dona Castorina + Circuito del Parque da Cidade

Parque donde se encuentra el tramo: Parque Nacional da Tijuca

Resumen

Neste percurso o visitante tem a oportunidade de fazer um circuito extra pelo Parque Natural Municipal da Cidade, para desfrutar de suas áreas de lazer e do Museu da Cidade. Nesta caminhada, onde metade do percurso é plano, passando por um dos trechos mais bonitos da floresta recuperada do parque, passa-se por ruínas de um antigo sistema de captação e abastecimento de água, por caminhos coloniais feitos com pedras tipo pé de moleque, além de um banho refrescante na Cachoeira da Imperatriz. Na parte do trecho mais próxima à Vista Chinesa, que exige um bom preparo físico devido ao forte aclive/declive, é importante ficar atento ao movimento de ciclistas no caminho.

Orientación

3,5 km (+2,8km)

2:30h (+2h)

Escalada: No

Dirección
Vista Chinesa x Dona Castorina

Dirección
Dona Castorina x Vista Chinesa

Información Técnica

Dificultad
Moderado

Riesgo
Bajo

Sol
Medio

Orientación
Fácil

Señalización
Buena

Hidratación

Atracciones

Mirador

Cascada

Ruinas

Conservación
Buena

Fauna/Flora

Mapa del Tramo

Mapa Interactivo

Cómo Llegar

El acceso se puede hacer por la Estrada da Vista Chinesa o desde el Parque da Cidade. Se recomienda llevar agua y refrigerio, pues no hay comercio en el recorrido.

Entrada del Sendero

Vista Chinesa

Street View
Salida del Sendero

Dona Castorina

Street View
Salida Opcional

Parque da Cidade - Gávea

Street View
Salida Opcional

Solar da Imperatriz (Horto)

Street View

Descripción del Recorrido

(Sentido Oeste a Este / Barra de Guaratiba a Pão de Açúcar)

Para quem inicia este trecho vindo da Vista Chinesa, é só prosseguir a direita na pista de asfalto (100 m) até encontrar logo a entrada da trilha. Agora é só descer pela trilha e se orientar pelas pegadas amarelas/base preta e logo chegará na bifurcação para o Parque da Cidade (1.0 km). Neste ponto é possível sair da Trilha Principal e caminhar mais (1.3 km) até o Parque da Cidade. No Parque é possível acessar facilmente o museu Histórico da Cidade-MHC, banheiros, informações e transporte rodoviário.

Para quem não saiu em direção ao Parque da Cidade, é só continuar na Trilha Principal orientando-se pelas pegadas amarelas/base preta e caminhar mais (500 m) até a bifurcação de saída para o Solar da Imperatriz. Este braço de saída possui (1.0 km) de caminhada até o Solar da Imperatriz onde existe hoje a Escola Nacional de Botânica e acesso ao bairro do Jardim botânico por via asfaltada. Continuando na Trilha Principal agora caminharemos mais (450 m) até um riacho ótimo para banho e logo em seguida em trilha de pé de moleque chegaremos no Largo do Jequitibá.

Mais a frente encontraremos ruinas de um antigo aqueduto e logo em seguida + (270 m) uma descida para ótima cachoeira da Imperatriz. Mais a frente na Trilha Principal teremos logo a uma pequena represa antiga. Saindo da represa por escadaria de pedra caminharemos mais (660 m) até o asfalto onde termina este trecho e damos início ao trecho Jequitibá x Primatas.

(Sentido Este a Oeste / Morro da Urca a Barra de Guaratiba)

Para quem faz o sentido inverso vindo do Jequitibá em direção a Vista Chinesa, agora é só entrar pela trilha orientando-se pelas pegadas amarelas/base preta e fazer o trajeto inverso acima descrito até chegar à Vista Chinesa (3.3 km).

Atracciones

Este trecho tem em sua Trilha Principal (3.3 km) um grande aclive e declive em ambos os sentidos. Caminhar por este trecho nos dá a oportunidade de conhecer a famosa Vista Chinesa (cartão postal da Cidade do Rio de Janeiro).

Mais a frente temos o Parque da Cidade que é uma Unidade de Conservação Ambiental destinada à visitação pública e ao lazer, localizado em uma área de importância ecológica, histórica e de notável beleza em termos de cenários naturais e jardins com interferência humana. Hoje no Parque temos o Museu Histórico da Cidade que pode ser visitado todos os dias gratuitamente.

Mais a frente temos o Solar da Imperatriz, antiga Casa Grande da Fazenda Imperial dos Macacos (1750). O local abriga hoje a Escola Nacional de Botânica Tropical e se constitui em importante braço de saída ou entrada de acesso à Trilha Transcarioca.

Além de encontrar pequenos córregos e rios ao longo da trilha, a Cachoeira da Imperatriz também é um importante atrativo deste trecho onde os excursionistas podem se banhar nas águas refrescantes desta cachoeira bem ao lado da Trilha Principal.

Pela Trilha Principal também serão encontrados antigos aquedutos, calçamento em pé de moleque e represas históricas que dão um ar imperial a este trecho.

O Largo do Jequitibá também é um atrativo bem no meio da trilha em pé de moleque onde um Jequitibá gigantesco forma com suas raízes bancos para um descanso merecido.

Comercio/Hospedaje

No momento não há nenhuma parceria entre a Trilha Transcarioca e o comércio local.

Neste trecho é possível encontrar aos finais de semana um quiosque com água, isotônicos e demais barrinhas de cereais junto ao platô da escada, bem próximo à Vista Chinesa. Este quiosque é mantido por um casal que atende aos vários atletas que frequentam a pista da Vista Chinesa para prática de esportes aos finais de semana.

Puntos de Agua

Hay varios puntos de agua en el recorrido.

Fotos (Vista Chinesa x Jequitibá)

Fotos: Salida en el Parque da Cidade

Fotos: Salida en el Solar da Imperatriz

Datos Históricos

As encostas da Vista Chinesa foram desmatadas com fins de agricultura no fim início do século XIX. Experimentou-se ali a plantação de chá, com trabalhadores chineses trazidos de Macau, em 1812, pelo Conde de Linhares.

Era um sonho do Príncipe Regente transformar o Brasil em grande produtor e exportador da erva asiática, então com valor de mercado aparentemente mais promissor do que o café. D. João chegou a acalentar a esperança de que o Rio um dia pudesse vir a ser o maior fornecedor mundial de chá para o mercado europeu. Foram então plantados naquela encosta do Parque cerca de seis mil pés de chá, colhido em três safras anuais.

O chá, todavia, não vingou. Alguns autores atribuem o fracasso à má qualidade da mão de obra proveniente da China, outros à pouca competitividade do produto face à já estabelecida produção asiática. Seja como for, por volta de 1828 o chá começou a dar sinais de esgotamento no Rio.

Nesta época já existiam extensos cafezais, intercalados por numerosas laranjeiras, limoeiros e outros arbustos que parecem antes uma variedade das matas do que a mescla de terreno cultivado com terreno selvagem…".

Em 1844 um mapa da área registra uma edificação denominada "Casa dos Chinas", provavelmente um resquício dessa primitiva experiência. Essa "vocação" provavelmente explica por que a Prefeitura (o prefeito Pereira Passos, em 1903, com projeto do arquiteto Luis Rey, em argamassa copiando o bambu) edificou à margem dessa estrada, anos mais tarde, o pavilhão denominado "Vista Chinesa".

Fonte: pt.wikipedia.org/wiki/Vista_Chinesa

As represas e o aqueduto que podem ser observados nesse Trecho da Trilha Transcarioca fazem parte do conjunto de mananciais da Gávea, mais especificamente da bacia do rio dos Macacos, que hoje estão tombados pelo INEPAC como Patrimônio Histórico do Estado do Rio de Janeiro. As represas e o aqueduto estavam interligados ao Reservatório da rua Pacheco Leão, no vale do Rio Macacos, a 70m do nível do mar.

O Solar da Imperatriz foi construído em 1750 para sediar a Casa Grande da Fazenda imperial dos Macacos. A história da região remonta a um passado ainda mais antigo. Logo no início da colonização o governo português dividiu o território do Rio de Janeiro em Sesmarias tendo como um dos objetivos desenvolver a cultura da cana-de-açúcar. Em 1575 uma dessas sesmarias foi doada a Antônio Salema e batizada de Engenho D´El Rei. Nesse momento ainda se utilizava mão de obra indígena, a qual rapidamente foi substituída pela africana.

Em 1578 Salema retornou a Portugal e o Engenho foi desativado até 1596 quando foi arrendado por Diogo de Amorim Soares. Em 1609 ele também retornou a Portugal e somente em 1660 Rodrigo de Freitas de Mello e Castro comprou o Engenho, que foi conservado em poder de sua família por mais de 140 anos.

Com a vinda da corte portuguesa para o Brasil em 1808 o Engenho foi desapropriado para a construção de uma Fábrica de Pólvora. Nas cercanias do Solar se estabeleceram serventias como Ferrarias, estrebarias, carpintarias, moradias, bem como as senzalas e sítios quilombolas nascentes ou já existentes.

Em 1875, o prédio abrigou o Asilo Agrícola do Imperial Instituto de Agricultura a fim de formar os órfãos nos ofícios acima descritos: ferreiros, carpinteiros, etc. O asilo foi desativado com a proclamação da República.

Em 1909, passou a sediar o Museu Florestal e, em 1927, um Laboratório de Botânica.

Em 1973, o nome Solar da Imperatriz foi oficialmente reconhecido, quando o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) tombou a área para acréscimo ao Instituto Jardim Botânico.

Hoje o Solar da Imperatriz abriga a Escola Nacional de Botânica Tropical.

Fonte: museudohorto.org.br

No Parque da Cidade, está localizado o Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro que foi criado em 1934 e transferido em 1941 para o Parque da Cidade, na Gávea. O prédio onde está instalado, com vista panorâmica da zona sul da cidade, foi erguido no século XIX e pertenceu ao Marquês de São Vicente e ao Conde de Santa Marinha.

O espaço guarda acervo sobre a cidade do Rio de Janeiro que inclui mobiliário, numismática, armaria, esculturas, porcelanas, pinturas, gravuras e fotografias. Há obras de artistas consagrados como Visconti, Thomas Ender, Antonio Parreiras, Eduardo de Martino, Príncipe Adalberto da Prússia, Ignácio Zulloaga, Glaziou, Victor Meirelles, Augusto Malta e Marc Ferrez.

E acervo dos prefeitos Pereira Passos, Pedro Ernesto e Carlos Sampaio. A capela de São João Batista, dentro do parque, tem painéis do pintor baiano Carlos Bastos.

Dirección: Estrada Santa Marinha, s/n, Gávea
Teléfono: (21) 2512-2353 / 2294-5990

Horario de Funcionamiento:
De mar a vie, de 10h a 16h; sábados, domingos y feriados, de 10h a 15h.

Fuente: museudacidadedorio.com.br

Grupo Adoptante

Grupos de voluntarios adoptantes de este tramo que organizan esfuerzos conjuntos y reciben voluntarios:

Beto Mesquita / Adriano Melo (Conservação Internacional)
Email: cmesquita@conservacao.org / c.mesquita@conservacao.org / amelo@conservation.org