21. Parque da Catacumba x Alto da Rua Vitória Régia (Interditado)

Trecho: Parque da Catacumba x Alto da rua Vitória Régia
Parque onde o trecho está inserido: Parque Natural Municipal da Catacumba
Trecho: Parque da Catacumba x Alto da rua Vitória Régia

Caminhe por apenas 10 minutos pela floresta do Parque da Catacumba para substituir o barulho dos carros pelo canto dos pássaros. Em pouco tempo de subida, a partir do asfalto, passe em meio às esculturas a céu aberto, caminhe em meio à mata da Zona Sul carioca e deslumbre-se com alguns dos mirantes mais incríveis e de fácil acesso da cidade: o da Sacopã e o do Urubu. Para visitá-los, é preciso sair poucos metros da trilha principal. Contemple a vista panorâmica da Lagoa Rodrigo de Freitas, Pedra da Gávea, Serra da Carioca e Cristo Redentor. O percurso termina no alto da Rua Vitória Régia. O parque tem infraestrutura de banheiro, bebedouros e lanchonete.

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1,9 km 1:30 h Escalaminhada:
Sim
Orientação
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Sentido
Parque da Catacumba x
Alto da Vitória Régia
Sentido
Alto da Vitória Régia x
Parque da Catacumba
Informações técnicas
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Atrações
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Informações Técnicas

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Tempo total
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Distância total
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Trechos com escalaminhada
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Não há trechos com escalaminhada
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Nível de orientação: Fácil
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Nível de orientação: Moderado
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Nível de orientação: Difícil
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Nível de sinalização: Completa, nos 2 sentidos
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Nível de sinalização: Parcial
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Nível de sinalização: Inexistente
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Exposição ao risco: Baixa
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Exposição ao risco: Moderada
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Exposição ao risco: Alta
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Nível de dificuldade: Baixa
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Nível de dificuldade: Moderado
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Nível de dificuldade: Alta
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Exposição ao Sol: Baixa
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Exposição ao Sol: Média
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Exposição ao Sol: Alta

Atrações

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Nível de conservação: Excelente
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Nível de conservação: Boa
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Nível de conservação: Ruim
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Pontos de hidratação: Sim
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Pontos de hidratação: Não há
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Mirante

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Fauna/Flora relevante
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Gruta
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Queda d’água
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Poço/lago
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Praia
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Ruínas históricas
Mapa do Trecho
Google Maps

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Mapa deste trecho (.JPG, para uso offline)
Como Chegar

Este trecho pode ser alcançado pelo Parque da Catacumba nº 3000 na Av. Epitácio Pessoa na Lagoa Rodrigo de Freitas, vindo do trecho Parque Lage x Parque da Catacumba (sentido Oeste/Barra de Guaratiba x Leste/Pão de Açucar ou vindo do trecho Morro da Saudade x Rua Vitória Régia no sentido Leste/Pão de Açucar x Oeste/Barra de Guaratiba.

Há várias linhas de ônibus que circulam pela Av. Epitácio Pessoa na Lagoa além de outros meios de transporte particulares.

Entrada da Trilha

Parque da Catacumba

Saída da Trilha

Alto da Rua Vitória Régia

Descrição do Percurso

Sentido Oeste/Barra de Guaratiba x Leste/Pão de Açucar
Para quem inicia este trecho chegando da Lagoa Rodrigo de Freitas, é só ficar atento a orientação da sinalização pegadas amarelas/base preta, pois o trajeto passa pelas dependências do Parque e após (160 m) de subida tem início a trilha até uma bifurcação (280 m) e mais (85 m) até o mirante do Sacopã. Voltando a Trilha Principal caminhe mais (70 m) até outra bifurcação onde terá o mirante do Urubu onde é possível avistar a Lagoa, Pedra da Gávea, Zona Sul, Serra da Carioca e o Cristo Redentor.

Agora de volta a Trilha Principal vamos caminhar mais (620 m) até uma ponte e depois mais (65 m) por uma descida em degraus metálicos sem nenhum problema. Mais um pouquinho e subimos uma escada de madeira com corrimão. Agora é seguir mais (270 m) até uma escadaria em um beco com uma caixa dágua e mais (65 m) até o a rua Vitória Régia onde termina o trecho e se inicia a trilha para o Morro da saudade.

Para quem vem no sentido inverso (Leste/Pão de Açucar x Oeste/ Barra de Guaratiba) é só seguir a orientação das pegadas pretas/base amarela no sentido Oeste/Barra de Guaratiba).

Atrações

O Parque conta com um circuito de tirolesa e arvorismo administrado por uma empresa particular que adquiriu o direito de comercializar estes serviços dentro do Parque.

Visite o site da Lagoa Aventura para mais informações.: http://lagoaaventuras.com.br/

O parque é um local tranquilo, sossegado. Talvez muitas pessoas, principalmente moradores do Rio não deem muita importância ao local ou não o visitem frequentemente, em função das inúmeras atrações que a cidade oferece. Mas certamente é um local, que não decepciona quem o visite, principalmente se gostar de natureza.

A parte mais baixa do parque, os caminhos são sinuosos e inclinados, pavimentados com pedras, que juntamente com jardins e gramados confere um encanto especial ao local.

Volta e meia depara-se com alguma área também calçada com pedras, que formam pequenos nichos ou pracinhas onde pode-se sentar para apreciar a natureza ou ler num local de ambiente e clima agradável. No Parque é possível encontrar várias obras de arte a céu aberto.

Na parte mais alta, existe uma densa mata, que é uma reserva ecológica, praticamente uma floresta, cujo objetivo é restaurar a flora e fauna nativa.

Esta trilha, leva à um mirante rústico, no topo do morro em cuja encosta o Parque da Catacumba está localizado. Uma vez chegando ao topo do morro, é possível ter uma bela vista da Lagoa Rodrigo de Freitas e áreas adjacentes.

Pode-se ver até uma parte de Ipanema. Do outro lado da Lagoa é possível ver o Jockey Club, Jardim Botânico, e o Estádio de Remo da Lagoa. Volta e meia pode-se ver algum pequeno barco velejando, alguma equipe praticando remo, enquanto ao fundo a Pedra da Gávea e Morro Dois Irmãos complementam a cena.

Comércio/Hospedagem

No momento não há nenhuma parceria entre a Trilha Transcarioca e o comércio local.
No Parque da Catacumba há uma pequena lanchonete.

Pontos de água

Recomenda-se pegar água nos toilets do Parque da Catacumba, pois durante o trajeto não há riachos com água e durante o verão a temperatura fica muito quente neste trecho.

Infográfico
Fotos
Fatos históricos

Segundo arquivos da Biblioteca do Serviço Social do Município do Rio de Janeiro, o terreno onde existia a Catacumba foi ocupado por uma chácara durante todo século XIX. Sua antiga proprietária, a Baronesa da Lagoa Rodrigo de Freitas, transferiu a posse das terras para seus escravos.

Mas a explicação do nome Catacumba tem origem em tempos ainda mais remotos. Segundo os antigos moradores da favela, o local foi usado pelos índios como cemitério. No entanto, nunca houve confirmação sobre possíveis esqueletos encontrados na região.

Por volta de 1925, o Estado dividiu a Chácara das Catacumbas em 32 lotes. Os primeiros barracos da futura favela começaram a ser erguidos ainda nos anos 30. Mas a explosão demográfica só aconteceu mesmo na década de 40, com a chegada de uma leva de migrantes vindos, principalmente, do estado do Maranhão.

Em 7 de agosto de 1967, o Jornal do Brasil descreveu assim o cotidiano na favela:

“Às cinco horas da manhã, a Catacumba começa a despejar seus moradores. Copeiras, cozinheiras e babás descem as escadarias, saindo para as ‘casas das madames’. Trabalhadores (grande número de operários em construção) formam filas nos dois pontos de ônibus ou caminham a pé, em direção de Copacabana, Ipanema e Leblon. Um pouco mais tarde, o pessoal que desce o morro já tem outro aspecto: é a hora dos funcionários públicos, das crianças que vão para a escola e da grande movimentação das lavadeiras, que saem de casa cedo, para aproveitar o sol fraco da manhã, para a lavagem e, depois, o sol mais forte, para secar a roupa”.

A Favela da Catacumba foi removida em 1970 pelo antigo governador da Guanabara, Negrão de Lima. A Catacumba era uma favela sem nenhum modo de ser urbanizada e num local de alto risco de desabamentos. Junto com as outras favelas do entorno da Lagoa (da Praia do Pinto, da Macedo Sobrinho e da Ilha das Dragas, todas extintas), a Catacumba contribuía com o esgoto in natura que era despejado direto na Lagoa Rodrigo de Freitas. A comunidade tinha 2.320 barracos (a maioria de madeira) e cerca de 15 mil habitantes. Não existia serviço de água potável na comunidade. Para 89% dos moradores, o dia começava cedo nas 15 bicas públicas que existiam já perto do asfalto.

A maioria das famílias da Catacumba foi transferida para o Conjunto Guaporé-Quitungo, construído pela COHAB na Penha, enquanto outras foram removidas para a Cidade de Deus e Parques Proletários do Estado.

Construído onde ficava uma favela, o Parque da Catacumba é resultado da execução de dois projetos notáveis: na parte baixa, até a meia encosta do morro, uma sólida obra de arquitetura, ajardinamento e paisagismo criou no local um espaço suntuoso e agradável, formado por alamedas, praças e jardins, com muitas árvores, e uma exposição ao ar livre de esculturas de artistas famosos.

Em um outro momento, da meia encosta ao alto do morro, foi feito o reflorestamento, com a predominância de espécies encontradas na mata atlântica. Em consequência, surgiu a fauna local, formada em sua maior parte por pássaros e sagüís, como o que aparece na foto ao lado. Uma trilha leva ao ponto mais alto do morro, onde um mirante permite apreciar uma das mais belas vistas da Lagoa Rodrigo de Freitas.

Poucos dos frequentadores do parque residem nas suas proximidades. A maioria vem de longe, incluindo turistas do Brasil e do exterior. Isto faz com que sua importância transcenda os limites dos bairros que o cercam, tornando-o um local de grande valor para toda a cidade do Rio de Janeiro. Quis o destino, entretanto, que o Parque fosse entregue em concessão a empreendedores com objetivos diversos daqueles que animavam seus idealizadores.

Fonte: http://www.parquedacatacumba.com.br/

https://valacomum.wordpress.com/2008/10/13/catacumba-a-favela-que-virou-parque/

Grupo Adotante

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